Viva o Futebol no Relvado Por: / 06-03-2009
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Para quem leu o título, e tentou interpretar o seu conteúdo, sem interpretar o alinhavar de ideias transpostas para as letras abaixo expostas, não fique confuso, a explicação é simples.
O futebol que gostamos e relevamos é o que se joga dentro do relvado, mas na maior parte dos casos dá-se demasiada exposição ao que fora dele se passa, ou se diz. Valem mais as defesas do Eduardo e do Beto, que as cenas pouco edificantes que se vão passando nos túneis dos estádios.
Valem mais os cortes do Bruno Alves, do Carriço ou do Sidnei que todos os palavreados, que semana após semana os dirigentes, aprendizes de dirigentes e até assessores de imprensa, vão “vomitando” para a praça pública.
Valem mais as fintas do Reys e do João Moutinho, as arrancadas do Pereirinha e do Hulk , os passes milimétricos do Lucho Gonzalez ou os golos de Liedson e Cardoso, que todo o circo que se monta nos gabinetes ou nos jornais, tentando ganhar fora dos campos o que não se conseguiu dentro dele, por nítida falta de arte e engenho.
Gostava que o Torneio de Carnaval da Bila se tivesse jogado em relvado e não no pelado, como se a formação dos jovens futebolistas não passasse pelo verde dos campos. A culpa neste caso é do autismo das entidades que, podendo e devendo por a escola ao serviço da comunidade, preferem fechar-se e isolar-se dentro dos portões da sua quinta.







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